Linguagem Afetiva
A criança vive o português como um lugar seguro, onde pode tentar, errar e ser acolhida. O vínculo vem antes da cobrança.
Formação LEVE · Turma 1 · ao vivo com Jessy Dias e Gabi Quero
A Formação LEVE são seis encontros ao vivo pra você sair do improviso: avaliar a criança, planejar e conduzir a aula com segurança. E, sim, descobrir onde estão as famílias lá fora que pagam em moeda forte por esse trabalho. Mesmo que você ainda não tenha o primeiro aluno.
Começa 19 de agosto · 6 quartas, 20h de Brasília · garantia de 7 dias
Domingo à noite. Todo mundo já dormiu, e você ali, montando a aula de segunda. De novo, do zero. Quarenta minutos pra fazer uma aula de trinta, que só serviu pra aquele aluno, naquele nível. No dia seguinte, tudo outra vez.
Eu fiz isso por anos. Achava que ser professora era improvisar pra sempre, e pronto.
Levei tempo pra entender uma coisa: improvisar não me fazia uma professora ruim. O que faltava era material. Português como língua de herança (o português das crianças brasileiras que crescem no exterior, o tal PLH) quase não tem por onde começar. Você monta tudo porque ninguém te deu um chão.
E tem a parte que raramente alguém fala: a solidão de trabalhar sem uma colega do lado pra perguntar "como você daria essa aula?". A insegurança na hora de cobrar. O medo de investir num aluno que talvez nem apareça.
Você não precisa de mais um PDF solto. Precisa de um chão: um jeito de avaliar a criança, montar a aula, saber o que vem depois. Um método.
Foi o que me tirou do improviso, e o que me fez enxergar isso como profissão, não como bico de fim de semana. A gente deu um nome pra ele: Metodologia LEVE™. É o que eu queria ter tido quando comecei, e é o coração da Formação LEVE.
São quatro camadas que acontecem ao mesmo tempo numa boa aula: Linguagem Afetiva, Exposição Natural, Voz Ativa e Experiência. Não é uma sequência de passos. É um jeito de olhar pra criança e pra língua.
A criança vive o português como um lugar seguro, onde pode tentar, errar e ser acolhida. O vínculo vem antes da cobrança.
O português aparece em situação real, com sentido, não em lista de palavras. Frequência com leveza.
A criança aprende mais quando fala do que quando só escuta. O trabalho é criar vontade de falar, sem forçar.
A língua entra pelo corpo, pelos sentidos, pela memória. O que é vivido, fica.
No português das crianças, a língua não floresce pela cobrança. Floresce pelo vínculo.
Todo encontro é ao vivo e termina com você fazendo algo concreto. Você não sai com anotações soltas. Sai com pedaço da sua primeira aula na mão.
Você entende o que é (e o que não é) PLH, e conduz a primeira conversa com a família: o passo que vem antes da criança.
Como descobrir em que nível a criança está mesmo sem um teste pronto, e montar a sua própria rubrica de observação.
A mesma língua, crianças bem diferentes. Você ajusta a aula pra idade e pra fase do desenvolvimento, com um guia do que esperar em cada nível.
O esqueleto de uma aula que funciona: acolhida, história, jogo, revisão, fechamento. Você monta o plano da sua aula de Saudações ali mesmo.
O que fazer quando a criança responde em inglês, trava, ou não quer falar. Você me vê conduzir uma aula de verdade e cria o seu roteiro.
Onde estão as famílias, como se apresentar como profissional (sem aquele nó de "ter que se vender") e o que funcionou comigo pra encher a agenda.
As gravações de todos os encontros, sem prazo pra expirar. E o material que eu levei anos pra montar, pronto pra usar na sua aula. É o kit que eu não tinha quando comecei.
A aula 6 é inteira sobre isso: onde encontrar as famílias, como se apresentar, como cobrar pelo seu trabalho.
Ganhar em dólar ou em euro é real aqui. As famílias moram fora e pagam em moeda forte. Só não vou te prometer um número, porque seria mentira. Renda não é o produto. É o que aparece quando você tem método e sabe onde procurar. Isso eu posso te ensinar.
Professora de PLH · criadora da Metodologia LEVE
Comecei ganhando 3 euros por hora, imigrante em Portugal. Descobri que dava pra ensinar português online, cobrei 5 dólares, depois 10, depois 15. Hoje atendo famílias em vários países e vivo disso. Eu sei o que é estar num lugar onde a sua língua não existe. É por isso que faço esse trabalho.
Pedagoga (UNIFESP) · mestranda (USP)
Minha sócia e a cabeça pedagógica da dupla. É ela que ancora o método na ciência: por que o vínculo importa, como a criança de fato aprende uma língua. A prática que eu vivi, com o porquê por trás.
Você entra antes de a turma existir. Ajuda a moldar o que ela vai ser. E leva o que nenhuma turma depois vai ter:
As gravações desta primeira turma ficam com você pra sempre. As próximas turmas não terão o mesmo acesso.
Seu lugar na comunidade de fundadoras da Formação LEVE, com quem construiu isso desde o começo.
Seu nome no primeiro diretório de professoras formadas na LEVE, onde famílias e escolas vão procurar.
A turma é pequena de propósito: no máximo 12 professoras, pra caber acompanhamento de verdade. E o preço de fundadora é o mais baixo que essa formação vai ter. Depois desta turma, ele sobe.
“A cabeça está borbulhando.”
“Adorei. Muito bem explicado, didática maravilhosa.”
“Queria saber se minhas aulas estavam alinhadas com as de outras profissionais da área. Constatei que a gente trabalha de um jeito bem parecido.”
“Desde aquele dia, o português avançou 60%. A mais velha quer mostrar pra todo mundo que sabe falar português.”
Depoimentos reais de professoras e famílias atendidas pelo Projeto Língua Brasileira.
Faça a primeira aula. Se em 7 dias você sentir que não é pra você, devolvo seu dinheiro. Sem discussão, sem letra miúda. Eu quero que fique quem está no lugar certo.
Preço de fundadora
à vista, ou em até 12x com juros · sobe para R$ 497 nas próximas turmas
No máximo 12 vagas · pagamento seguro pela Hotmart
Eu montei essa formação sendo a professora que eu fui: a que ficava até tarde, sozinha, achando que ia ser sempre assim. Você não precisa fazer desse jeito.
Se isso aqui fez sentido pra você, vem pra turma 1. Vou estar do outro lado.
Jessy