Ensinar e sustentar o português fora do Brasil é mesmo difícil. O problema não é falta de amor, nem falta de esforço. O problema é tentar sustentar o português do mesmo jeito que se sustenta uma língua que está no ar o tempo todo, na rua, na escola, na televisão.
Fora do Brasil, a língua não está no ar. E aí a conta muda: quanto mais a gente insiste e cobra, mais a criança recua.
Lá fora, a língua só permanece quando vira vínculo. Não é sobre insistir mais. É sobre mudar a forma como o português aparece na vida da criança: com sentido, com afeto, na vida real. Esse guia é sobre esse caminho.